Edições anteriores

  • Ciclista usando a bicicleta como mobilidade na cidade

    Um novo olhar para a mobilidade urbana / A new vision for urban mobility
    v. 1 n. 1 (2024)

    Os centros urbanos cresceram desordenadamente sem considerar as necessidades básicas de saneamento e espaços para o deslocamento das pessoas. A reorganização do espaço urbano é um fator primordial para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A mobilidade urbana pode ser entendida como forma de compartilhar o espaço público e vivência em harmonia.

  • Last-Mile: Delivery e mobilidade ativa
    v. 2 n. 1 (2025)

    Cidades cada vez mais planejadas e conectadas buscam facilitar o deslocamento das pessoas e as entregas de produtos necessários aos milhares de consumidores. Neste sentido, evolui-se os serviços de entrega e de busca pelo equilíbrio entre custo-benefício, e é nas estratégias de “last-mile” que a mobilidade ativa se apresenta como uma alternativa interessante para o delivery.  Mobilidade ativa é a forma mais limpa, ambientalmente, de se praticar o deslocamento de pessoas e mercadorias e, também, a forma mais saudável com benefícios físicos e mentais para as pessoas que praticam.

  • Em busca da Mobilidade Urbana Sustentável
    v. 1 n. 2 (2024)

    Todos os dias, milhões de pessoas e encomendas passam por uma jornada terrível para chegar aos destinos desejados nos centros urbanos. Porém, independente da razão as pessoas estão no cerne da questão, pois são elas que precisam se deslocar seja para trabalhar, para saúde, lazer, educação entre outras atividades e são elas que geram uma enorme demanda de movimentação de encomendas as suas casas e para abastecimento de uma infinidade de comércios que visam atender as necessidades humanas. O resultado dessas movimentações é congestionamentos enormes e, o pior, um impacto ambiental cada vez mais insustentável. Será que a eletrificação da frota resolverá todos os nossos problemas? Ou será que pessoas e empresas precisam finalmente adotar ações sustentáveis? Todos os deslocamentos são realmente necessários? Podemos minimizar o nosso impacto mudando os nossos hábitos de consumo e comportamento? Enfim, a melhoria da mobilidade urbana passa muito mais do que aplicativos, inovações tecnológicas e mitigação dos efeitos ambientais, é necessária uma revolução no nosso modo de vida e que não deve ocorrer no amanhã e sim a todo momento e todo instante em que vivemos. Você está preparado para fazer a sua parte?

     

  • Logística e Eletromobilidade
    v. 2 n. 2 (2025)

    O mundo está em constante transformação. A industrialização foi fundamental para construir o mundo moderno. Produtos e serviços foram criados com a finalidade de atender as demandas que nem sequer sabíamos que tínhamos. Nesse um quarto de século XXI as mudanças têm sido em duas áreas: Tecnologias e Logística. A informática passou a ser parte presente da nossa vida e cada vez mais nos tornamos dependentes dos sistemas computadorizados informacionais para o trabalho, para o lazer e para fazer as compras do que necessitamos em um orçamento cada vez mais apertado. A logística, por sua vez, se desenvolveu de forma impressionante neste século. Passamos de um cenário em que não tínhamos nem sequer ouvido essa palavra para um em que a palavra logística se tornou o cotidiano. Tudo se desenvolve em problemas e soluções logísticas. Não é à toa que até nas lojas de brinquedos existe uma enxurrada de brinquedos sobre logística. A tecnologia tornou a logística ainda mais presente no universo do comércio eletrônico, e todos os dias milhões de encomendas são entregues nos lares em todo o mundo. Toda essa evolução não passaria sem causar impactos e o meio ambiente foi o principal prejudicado nesse processo. As mudanças climáticas passam a fazer parte do cotidiano e a natureza começa a se rebelar contra as ações do homem. Esse, aos poucos, apesar de muito negacionismo, começa a perceber o seu papel e corre para salvar os modelos de negócios, que precisam aprender a sobreviver num ambiente de preservação ambiental. Se vamos conseguir é difícil saber, mas as cartas estão na mesa e não podemos mais fugir do nosso papel na mudança desse cenário que pode ser apocalíptico como saído de um filme de Mad Max. Se não quisermos os dias além da cúpula do trovão, a hora de agir é agora.